Capítulo 13: Para tudo tem uma primeira vez.

Olá!

Booommm! Esse capítulo demorou a ser postado porque demorou a ser escrito! rsrs Acho que é o mais longo até agora!

Espero que gostem!

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Capítulo 13: Para tudo tem uma primeira vez.

 

“Ora, por favor! Quem liga uma hora dessas para a casa de alguém?”

O telefone tocava insistentemente. Se tinha uma coisa que Meg não gostava era de ser acordada por qualquer barulho que não fosse a música selecionada por ela como alarme de seu celular.

Mas aquele aparelhinho irritante continuava tocando e tocando. Decidiu se arrastar até o telefone. A distância era curta, mas fazia frio e com certeza ela ainda teria uma hora inteira de sono pela frente se não tivesse sido acordada. 

Tudo bem! Estava decidida a brigar e passar uma boa lição de moral para o sem educação que a estava perturbando.

– PARABÉNS PRA VOCÊ NESSA DATA QUERIDA…

 Nem tinha dito alô quando a cantoria começou. Conseguia ouvir seus pais cantando juntos do outro lado da linha e só então se deu conta de que dia era hoje.

Seu aniversário.

Meg adorava fazer aniversário, mas ficava completamente sem graça em receber as felicitações de alguém. Se por telefone, tinha certeza que os seus neurônios saiam correndo e era capaz de dizer “pra você também!” quando desejavam feliz aniversário a ela.

Depois que escutou toda aquela musiquinha tradicional, agradeceu aos pais por terem ligado e tiveram aquela conversa de praxe: estavam ambos com saudades, desejaram estar com ela e que esse dia tão especial não tivesse caído em plena quinta feira.

Quando já se despedia deles, o interfone começou a tocar. Desligou rapidamente o telefone e correu para o interfone.

O único problema era que o interfone tinha vida própria e decidia quando ia funcionar. E hoje era o dia de folga dele. Só restou abrir a porta e torcer para que não fosse nenhum maníaco.

Em poucos segundos escutou batidinhas na porta e, ao abri-la, não conseguiu ver mais nada. Foi sufocada pelos cabelos volumosos de sua amiga Ana.

– Parabéns!!!! Tava morrendo de saudades de você!!!

Sim, Meg não lembrava que a amiga chegaria hoje. Estava completamente com vergonha, pois tinha ficado combinado que tiraria uns dias de folga pra poder dar atenção a ela.

Não tinha como. Iria ter duas reuniões importantíssimas hoje.

Mas lá estavam as duas melhores amigas, abraçadas e dando pulinhos como duas adolescentes.

– Não acredito que você ainda tava dormindo?!

– Estava nada, meus pais acabaram de ligar fazendo aquela festa.

– E ai, qual nossa programação de hoje?- e, ao ver a cara da amiga, deduziu- Eu não acredito que você vai trabalhar hoje, Meg!!!

– Desculpa Ana, duas reuniões hoje, mas não esquenta não. Sairei cedo e iremos cair na night! – Meg tentava amenizar a situação. Seu plano mesmo era ficar em casa. Mas como sabia que Ana não dispensava uma farra, a melhor maneira de fazer a amiga desculpá-la seria essa: apresentando-a a noite de sua nova cidade.

Ana era bem diferente de Meg. Adorava um agito noturno, não queria saber de namorados e adorava passar as horas vagas na academia. Além do fato de parecer uma modelo com seus quase 1,80m de altura, pele negra e uma magreza de dar inveja a qualquer mulher.

Enquanto Meg arrumava-se para ir trabalhar, ela e Ana colocavam o papo em dia. Meg contava do ambiente que trabalhava e Ana falava de mais uma proposta de trabalho como modelo, mais uma que recusara categoricamente.

Por mais estranho que parecesse a Meg, não conseguiu tocar no nome de Evan nem uma só vez. Não sabia por que, mas decidiu que essa seria a escolha correta.

Deixou a amiga em casa para descansar já que ela tinha enfrentado quatro horas de vôo da cidade onde morava até a casa de Meg.

Chegando na empresa, Meg fez o caminho de sempre até chegar em sua sala. Quando abriu a porta deu de cara com uma Bia que carregava uma pequena torta numa mão e balões coloridos e flutuantes na outra. Bia ia começar a cantar animadamente o “parabéns pra você” quando Meg avistou, pelo reflexo na janela, Evan chegando. Não queria que o outro soubesse que era seu aniversário, então logo fechou a porta e fez sinal de silêncio, como aqueles cartazes de enfermeiras que ficavam em hospitais. Bia não entendeu nada, mas fez o que sua chefe pediu.

– Como você descobriu que era meu aniversário, Bia? – Meg ficou realmente feliz de ser lembrada por ela.

– Vi nos seus documentos quando fui alugar o apartamento. Mas por que você ficou tão apavorada quando viu o Senhor Medeiros chegar?

– Fico sem graça quando as pessoas me desejam feliz aniversário…

Meg teve que pensar rápido. Não poderia dizer a Bia que estava com vergonha do próprio Evan e não saberia como agir se ele chegasse para lhe parabenizar, já que isso acarretaria algum tipo de contato físico; coisa que estava evitando desde o dia que havia dormido na casa dele.

As duas comeram animadamente a torta, Meg logo tratou de pegar algumas dicas de lugares legais para sair com Ana. Convidou Bia, mas ela não poderia ir pois tinha uma “aula imperdível” na faculdade.

O dia correu tranquilamente com Meg recebendo as mensagens de felicitações por e-mail, redes sociais e telefonemas. Foi a duas reuniões com Evan e percebeu que ele não sabia que era seu aniversário.

Não conseguiu chegar ao consenso se achava bom ou ruim. No fundo, tinha que confessar que gostaria que ele soubesse.

Desde a noite que passaram juntos, Evan voltou a freqüentar sua sala e a conversar animadamente com ela sobre todos os assuntos como costumavam fazer, mas nunca tocou naquela noite nem fez qualquer comentário a respeito. O que levou Meg a pensar que aquilo já teria acontecido com ele várias vezes.

No fim do dia, partiu rapidamente para casa e, ao chegar, encontrou uma Ana praticamente pronta. Ficou sabendo que a amiga tinha planejado sair para jantar com ela e que só depois iam aproveitar verdadeiramente à noite.

Já no restaurante, Ana fez questão que todos soubessem que era aniversário de Meg quando contou para o garçom e ele surgiu com um colorido bolo de algodão doce com várias velinhas ornamentando e cantando parabéns. Meg tinha certeza que seu rosto passou por vários tons de rosa até chegar ao famoso vermelho pimentão de vergonha.

Mais uma vez, Meg não tocou no assunto Evan. Quando chegava próximo a ele, desistia e mudava de assunto.

Decidiu perguntar de uma outra pessoa.

– Ana, me conta uma coisa… e… o Max? Você tem tido noticias dele? Desde aquele telefonema nunca mais tive noticias.

– você tem certeza que quer saber? –  Meg fez um gesto afirmativo com a cabeça – tudo bem então. O Max é um verdadeiro moleque! Depois que ele terminou com você passou semanas de bar em bar. Saia com os amigos galinhas dele e só aparecia no outro dia. E todas as noites, pelo que as pessoas diziam, ele estava com uma mulher diferente. Mas de uns tempos pra cá, parece que ele aquietou um pouco. Mas, também, depois que ouvi  o que ele estava aprontando, nem procurei saber mais dele. Tudo o que sei é que ele está aproveitando bem esse momento de solteirice.

Meg não ficou surpresa com o que a amiga contou. Sempre soube que Max era um pouco galinha antes de começarem a namorar. Mas esperava que ele tivesse se soltado só depois que terminaram. Pouco importava.

As duas saíram do restaurante e andaram alguns quarteirões até chegar ao local que tinham escolhido para comemorar o aniversário de Meg. O lugar estava lotado, tinha até fila na porta para entrar. Só que uma das vantagens de sair com Ana era que nunca esperavam na fila. Sempre a chamavam para entrar antes de todos. Era o único momento em que ela não reclamava (de barriga cheia, no entender de Meg) de ser “aspirante” a modelo.

Outro fato importante sobre Ana é que nunca ficava sozinha. Sempre tinha alguém disposto a pagar bebidas e contar vantagens sobre carros importados e hotéis de luxo.

Ana já dançava com o segundo “pretendente” quando Meg o viu.

Evan estava lá – com tantos outros bares no mundo – do outro lado da pista onde as pessoas dançavam, fingindo dar atenção para uma loira de roupas quase inexistentes. Meg sabia que ele não prestava atenção em nada do que sua acompanhante falava,  já que olhava com muito interesse para a bebida que segurava. Quando Evan estava interessado, olhava fixamente nos olhos. Como sabia dessa informação? Meg procurou na memória pelo momento que se dera conta desse detalhe na personalidade dele. Não chegou a uma conclusão.

Antes que ele pudesse notar sua presença, Meg caminhou com um pouco de dificuldade para um lugar mais cheio com o intuito de chamar Ana pra saírem .

Conseguiu encontrar a amiga e a arrastou para tentar convencê-la.

– Ana, o que acha de irmos para outro lugar?

– Nem pensar! Aqui está divertidíssimo! – e ao ver a cara de suplica da amiga continuou –  quem está aqui que você não quer ver?

Não era a toa que eram melhores amigas. Ana conseguia antever cada resposta que a outra dava sem a menor dificuldade. Tal detalhe fazia Meg sentir-se previsível mas, no fundo, sabia que os quatro anos convivendo juntas na faculdade, além de dividirem o mesmo dormitório, tinham dado esta capacidade a amiga. Sentia muito não ter adquirido a mesma habilidade.

– Meu chefe! Ele está aqui. Seria péssimo pra minha imagem ele me encontrar nesse lugar. Por favor,  Ana!

A desculpa tinha sido péssima e sabia, pela cara que a amiga fez, que ela não tinha engolido aquela desculpa esfarrapada, teria que contar quem era seu chefe, mostrar fotos e neste momento fatídico escutaria uma ladainha já conhecida de “o que você tem contra pessoas bonitas, bem sucedidas e que estão flertando com você?”. Bom, a ultima afirmativa poderia não ser bem verdadeira e tomaria todo o cuidado para não dar nunca a entender que acontecia. Até por que não acontecia mesmo, certo?

Quando já estavam se dirigindo para uma das saídas, Meg esbarrou em uma coisa sólida e branca.

 

 

Evan abominava pessoas fúteis. E quando tal fato fazia parte das características de uma mulher, ele tinha vontade de virar para o outro lado e deixá-la falando sozinha. Tudo bem que sua educação não deixava que agisse dessa forma, mas vontade não faltava.

E era exatamente por essa provação que estava passando. O que não fazia por um amigo? A criaturinha de cabelos tingidos e roupas de gosto duvidoso que tentava chamar sua atenção, era amiga da namorada do Eduardo.

Enquanto ela contava todos os paços de sua ultima viagem, Evan tentava descobrir em quanto tempo o gelo de sua bebida iria derreter. Mas tinha aquela sensação estranha de estar sendo observado. Nunca dava bola pra esta sensação já que era uma figura conhecida. Saiu várias vezes em entrevistas em telejornais noturnos e impressos (principalmente depois dos escândalos que tinha “participado”) mas, dessa vez, a sensação era tão forte que decidiu ver de onde vinha.

E viu.

O brilho do cabelo e o jeito de andar eram já conhecidos de Evan. Reconheceria em qualquer lugar, mesmo sendo interrompido por uma ou outra pessoa atrapalhando sua visão. Viu quando Meg puxou uma outra mulher pela mão e elas conversaram brevemente e assistiu quando as duas caminhavam para uma das saídas.

Sem se despedir de sua acompanhante, Evan fez um caminho que sabia que conseguiria  alcançá-la antes que chegassem a saída.

– Ai!- esbarrar em Evan era dolorido.

– Boa noite Meg! Nunca pensei que encontraria com você por aqui.

Evan tinha recuperado seu sorriso irônico e sua sobrancelha arqueada.

-Nem eu pensei que iria encontrar com você aqui!

– Que bom que conseguimos nos surpreender.

Ele deu um sorriso suspeito dando toda uma nova conotação aquelas palavras tão simples, que Meg voltou a corar. Não sabia por que aquilo acontecia sempre que ele estava por perto. Já estava cogitando procurar um médico, aquela situação já estava irritando-a.

– Oi? Boa noite! Bom, já que a aniversariante aqui não vai nos apresentar – Ana estendeu a mão enquanto Meg se encolhia ante a palavra aniversariante – eu sou Ana, amiga dos tempos de faculdade da Meg.

– Vocês estavam indo embora? – Evan perguntou para a Ana. Se estivesse em seu estado natural, com certeza travaria um conhecimento mais… profundo da amiga de Meg.

Meg assistia a cena enquanto os dois travavam aquela conversa ao pé do ouvido. Era uma casa de festas. É claro que estava lotada e barulhenta.

-Embora? De jeito nenhum. Acabamos de chegar.

Pela cara que a amiga fez, Ana sabia muito bem que Meg já o tinha visto e queria sair correndo dali. O motivo? Já poderia até desconfiar e sua mente de jornalista investigativa já estava a todo vapor procurando perguntas que não deixassem-na passar sem dar informações que estava escondendo. A pergunta que encabeçava a lista era: como você não me contou desse deus grego?

– Tenho que ir. Ele ‘tá me chamando! Quando quiser ir embora é só me ligar, Meg! – sem dar espaço para Meg perguntar quem era ele e de lembrá-la que nenhuma das duas estava com o celular, a criatura já tinha sumido no meio da multidão.

– Animada a sua amiga.

Evan não teve problemas em aproximar-se de Meg e começar uma conversa – gritada- ao pé de seu ouvido.

-Ah sim, ela é… – e depois balbuciou alguma coisa sobre bar e álcool. No meio ainda foi proferido  “vou matar a Ana”. Mas, por sorte, Evan só assimilou as primeiras palavras.

Seguiu pro bar, pediu qualquer coisa. E nem protestou quando Evan entregou o cartão de consumação para pagar. Tomou tudo de um gole só e pediu a mesma coisa. Depois veio saber que tinha acabado de tomar uma boa dose de tequila. Tudo bem! Era seu aniversário e precisava de um pouco de fogo… ou melhor, de álcool.

– Como ninguém ficou sabendo que era seu aniversário por lá? Geralmente damos dias de folga, festas surpresas e, para os mais importantes, providenciamos presentes… – lá estava ele: o sorriso!

-Não é nada importante Evan! Sério mesmo…

– Claro que é! E não se preocupe, até o final da noite arrumo um jeito de dar o seu presente.

-Não precisa! Você ter me desejado feliz aniversário já está bom…

– Mas eu não lhe desejei feliz aniversário ainda, Meg.

Evan estava com o corpo colado ao dela e enquanto falava, tinha levado uma mão para o pescoço de Meg.  Porém, suas intenções foram interrompidas por algum ser inconveniente que esbarrou nele e quase fez os dois caírem no chão.

Para Meg foi a salvação. E foi nessa deixa que partiu para a pista. A intenção era ver se Evan a deixava um pouco sozinha. Por algum motivo que não era exclusividade da tequila, se sentia meio tonta.

Ledo engano! Evan já estava a seu lado antes mesmo que desse conta. E fazia questão de fazer cara feia para qualquer pessoa que tentasse chegar perto dela.

Meg tentava se afastar, enquanto Evan tentava se aproximar. E foi nesse joguinho que passaram a noite. Até que Meg se tocou que fazia muito tempo que não avistava a cabeleira volumosa da amiga.

– Se está procurando a Ana, pode desistir. – falou Evan ao ver Meg com o pescoço esticando tentando ver sobre a cabeça das outras pessoas.- a vi sair ha alguns minutos.

Meg gelou ao ouvir aquelas palavras. Sabia bem o que aquilo significava.

– Se você está querendo ir, levo você. – ofereceu-se Evan.

É claro que Meg queria negar, mas estava cansada demais para um “bate boca” sobre as vantagens e desvantagens de ir com ele. E como a bebida já estava circulando livremente em suas  veias, aquela conversa já tinha vencedor. E não era ela.

Aceitou, já que não tinha o que fazer a respeito. Pagaram a conta e seguiram para o estacionamento. Para alívio de Meg, evan tinha ido em seu conversível e não na moto. Agradeceu silenciosamente por isso.

Seguiram em silêncio enquanto Meg olhava o céu estrelado. Sempre gostou da noite e tinha acostumado-se com aquele céu que parecia estar mais perto. Via aqueles pontinhos luminosos em uma quantidade assustadora e aquilo lhe trazia um pouco de paz. Agradeceu por ele seguir devagar e não tentar puxar qualquer assunto. Estava apenas cantarolando a música que tocava em um cd qualquer que estava no carro.

Saiu de seus devaneios quando o carro parou em frente ao seu prédio. Ao ver a luz acesa, sabia que Ana já estava em casa.

Evan desceu do carro e abriu a porta para Meg. Enquanto ela fechava a porta de costas para ele, Evan não se moveu.

Meg respirou fundo e virou-se. Evan estava lá, olhando pra ela e que não conseguiu desviar. Evan afastou alguns fios de cabelo do rosto dela.

-Parabéns, Meg… – as palavras foram sussurradas e seguidas de gestos lentos. Evan colocou a mão na nuca de Meg que já estava com os olhos fechados apertando a boca levemente. Evan riu. Meg era surpreendente!

Evan então beijou o canto da boca de Meg e sentiu que ela prendeu ligeiramente a respiração. Não resistiu.Aquele era o sinal que precisava.

Beijou suavemente os lábios dela.

E Meg correspondeu.

Em pouco tempo, Meg estava completamente encostada no carro enquanto Evan passeava suas mãos por suas costas. As mãos dele deixavam um rastro que formigava.

Ela não queria assumir, mas estava completamente entregue aquele momento.

Um som de buzina pegou os dois de surpresa e, como adolescentes pegos no flagra,  afastaram-se com o susto.

– E-eu preciso entrar. – Meg gaguejou – boa noite…

Meg disparou para a porta, e quando chegou junto o barulhinho de porta sendo aberta surgiu.

 

Enquanto Meg estava com Evan, Ana observava tudo da janela da sala desfrutando de uma caneca fumegante de chá.

– Então era por isso que ela não queria encontrar com ele! Ao menos a minha primeira pergunta foi respondida.

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Sobre o autor

Sofro de transtorno bipolar... Eu acho. rsrs sou meio doida, meio normal (aquela velha história de metade cheio ou metade vazio). Adoro ler, adoro cinema, adoro chocolate, adoro escrever. Há quem diga que até levo jeito. Tem gente que gosta de mim e do que escrevo. Tem gente que me odeia e mesmo assim, sem assumir, adora o que eu escrevo hehe. Sou convencida e tímida. Sou de câncer (se alguém se liga nessas coisas). Sou ouvinte, mas pouco falo. Sou simples e sou confusa. Pois é... sou Odyle

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