Crenças (e pensamentos) perdidos

Pensei que o conhecia.

Achei que seus olhos eram verdadeiros  e suas palavras fossem a demonstração do que pensava e sentia.

Escutei um sim, quando ele disse um frouxo “tudo bem”.

Acreditei em seu olhar.

Acreditei na possibilidade tão palpável de que ia dar certo.

Fiz planos e imaginei situações.

Vi em seus gestos mais do que eles diziam.

Confundi toques com demonstração de carinho e afeto (e imaginei que seria amor).

Pensei que ele se importava.

imaginei que fossemos (como dizem mesmo? AH!) compatíveis.

Dei importancia a nossas conversas.

Acreditei nele.

Pensei que ele tinha coração.

 

Tags

Compartilhe

Sobre o autor

Pseudo Nerd. Canceriana (isso importa?). Adoro escrever e ler. Viciada em filmes e seriados. Conhecida por sentir as coisas alem do necessário.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *