Esses dias ‘tava assistindo ao filme “Cartas para Julieta”. Já o vi duas vezes, mas só desta vez a ultima cena do filme me fez pensar em alguma outra coisa que não em chorar pelo final feliz… (sim, eu sou completamente e incuravelmente emotiva).

“E” e “Se” são duas palavras tão inofensivas quanto qualquer palavra, mas coloque-as juntas lado a lado, e elas tem o poder de assombrá-la pelo resto da sua vida. “E se”.. E se? E se?

(trecho da carta escrita pela protagonista do filme lida numa das ultimas cenas)

Além das linhas escritas por Djavan, o “se” também é vítima de alguns outros pensadores.

Para muitos ele representa apenas a dúvida, a possibilidade perdida, àquele “carma” que carregamos ao escolher uma alternativa que não foi tão boa.

Ou pode se tornar um labirinto de “Se’s” sem fim…

Particularmente eu gosto do “se”…

Para mim, ele expressa a possibilidade de escolha.

Facilita a colocar em prática o nosso livre arbítrio.

E nos ensina a conviver com nossas escolhas, sejam elas certas ou erradas.

Além de ser uma das expressões mais usadas pelos sonhadores…

… e por aqueles que gostam de ficar encima do muro…

Mas, no final (seja da vida, do período, da semana, do dia) sempre iremos nos deparar com o tal do “se”…

E se tivesse amado mais?

E se tivesse brigado mais?

E se tivesse dançado mais?

E se tivesse gritado mais?

E se tivesse comido mais?

E se tivesse chorado mais?

E se…

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Sobre o autor

Pseudo Nerd.
Canceriana (isso importa?).
Adoro escrever e ler. Viciada em filmes e seriados.
Conhecida por sentir as coisas alem do necessário.

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