Um amigo estava reclamando que eu não tinha escrito nada sobre natal, ano novo essas coisas… Então vou resumir esses dois aspectos e mais algumas coisinhas aqui e agora!

Porque presenteamos as pessoas no natal? Exceto pelo fato de alguns acreditarem na existência do papai Noel, colocamos presentes aos pés daquele pinheiro artificial para dar ao felizardo escolhido para ganhar o presente uma surpresa boa, talvez querendo que o novo ano, que chega uma semana depois dessa data religiosa, seja também uma surpresa e que também seja boa.

Escolhemos o presente com carinho, embrulhamos num papel vermelho, colocamos uma fita verde… Queremos agradar quem amamos.

As pessoas normais sempre são movidas e tocadas pelo espírito natalino. Mas esse tal espírito não deveria estar presente apenas no final do ano.

Brigamos o ano inteiro com as pessoas, julgamos, sentimos inveja, xingamos Deus (essa é para os cristãos) e todas as coisas que ele faz na nossa vida e no fim celebramos o nascimento de Jesus, trocamos presentes, nos abraçamos e fica tudo bem.

Até que o ano começa e esse ciclo familiar recomeça.

Mas, porque não nos redimirmos ao menos uma vez ao ano?

Primeiras idéias meio circulares né?

Mas nós somos assim. Temos idéias repetitivas, fazemos as mesmas listas de objetivos ao fim do ano e prometemos sempre cumpri-las.  Mas não fazemos nada disso. A maioria de nós, ao menos.

Comemoramos o natal porque gostamos da idéia do nascimento, de renovação e porque essa estória ou história nos dá força para acreditar em milagres.

Acreditar que existe alguma esperança em tempos melhores, em pessoas melhores e, porque não, em atitudes, pensamentos e gestos melhores emanados por nós mesmos.

Então, porque não levar essa história de natal e renovação adiante e transformar essa idéia de ano novo em um ano realmente novo? Sem repetir erros, aprimorar nos acertos e esquecer as coisas ruins que passaram?

Eu vou tentar e fazer a minha parte.

E vocês?

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Sobre o autor

Pseudo Nerd.
Canceriana (isso importa?).
Adoro escrever e ler. Viciada em filmes e seriados.
Conhecida por sentir as coisas alem do necessário.

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