“Vem me pedir
além do que eu posso dar
É aí que o aprendizado está”

É engraçado como nessa época do ano, movidos pelo espírito natalino, fazemos uma reflexão involuntária sobre a nossa vida. Sobre coisas recentes, aqueles momentos que vivemos no decorrer do ano e aqueles nem tão recentes assim, mas que influenciaram nossas decisões e  nossas ações.

Posso dizer que esse ano foi bem recheado de aprendizado para mim.

Aprendi a amar… Aprendi a sofrer… Aprendi a desejar… E aprendi a me controlar

“Vem de onde não sonhei
me presentear
Quando chega o fim da linha
e já não há aonde ir”

Aprendi a dar valor a coisas pequenas.

Vi que preocupar-se antes do tempo não faz o problema acabar nem ser resolvido mais rápido. Faz, apenas, você sofrer por mais tempo…

“Num passe de mágica
A vida nos traz sonhos pra seguir
Queima meus navios
pr’eu me superar
as vezes pedindo
que ela vem nos dar
o melhor de si”

Aprendi que decepção não mata, ensina e faz você sofrer muito! E esse sofrimento vem de uma vez e de forma incontrolável.

Aprendi a dar tempo ao “meu tempo”. Com isso, vi que as coisas se ajeitam e se encaixam. E quando pensamos que nada mais tem solução, ou que você não tem solução, as engrenagens voltam a se encaixar, a se lubrificar e tudo volta a correr como antes.

Aprendi que surpresas nem sempre são boas. E que as ruins surpreendem ainda mais, mesmo que elas sejam  esperadas.

“Vem me privar pra ver
o que vou fazer
Me prepara pro que vai chegar
Vem me desapontar
pra me ver crescer”

Hoje, sei que tem momentos em que é necessário afastar-se de quem se gosta/ama para suportar e/ou superar esse sentimento. E vi, que por mais que as pessoas não entendam suas decisões, com o tempo, elas se acostumam.

“E quando vejo,
a vida espera mais de mim
mais além, mais de mim
O eterno aprendizado é o próprio fim”

Vi que não conheço tão bem as pessoas que me rodeiam e que isso não é ruim… e nem é bom!

Ah! Vi também que não me conheço como deveria…

Constatei que nem sempre estou certa, muito embora isso aconteça em 99,99% das vezes.

constatei, também, que sou mais orgulhosa e teimosa e tímida do que deveria….

“Eu sonhei viver paixões, glamour
Num filme de chorar
Mas como é Felini, o dia-a-dia
Minha orquestra a ensaiar”

Aprendi que algumas coisas não se misturam: água e óleo… amigos e namorados… mas que podem conviver.

Aprendi que é necessário dizer não! Mas acho que ainda não aprendi a dizer não, especialmente quando meus sentimentos estão em jogo. Mas, detectar a necessidade,  já é um sinal.

“Entre decadência e elegância,
zique-zaguear
Hoje, aceito o caos.”

Aprendi a conviver com as diferenças, com culturas, com pensamentos diferentes do meu. Acho que não aprendi da maneira certa, já que me nego a dialogar com algumas pessoas sobre alguns temas específicos que eu sei que elas estão erradas. Mas evito brigas desnecessárias! Outro ponto a favor…

Aprendi a me conformar com aquilo que não posso mudar….

“O eterno aprendizado é o próprio fim
Já nem sei se tem fim”

Mas sigo aprendendo…

Espero que o ano vindouro me ensine a amar, a perdoar, a ser “só” feliz…

Aprender e viver são “sinônimos”… Então, coloquemos em prática uma clássica frase ” para aprender é preciso praticar”

“Cada ano a vida pede mais de mim
mais de nós, mais além …”

P.S.:  trechos da música “eu e a vida” de Jorge Vercillo

P.S.: sim, o vermelho e verde são propositais! é natal!!!! howhowhowww

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Sobre o autor

Pseudo Nerd. Canceriana (isso importa?). Adoro escrever e ler. Viciada em filmes e seriados. Conhecida por sentir as coisas alem do necessário.

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