Mudar é sempre importante. Um filósofo que estudei ainda na época do colégio (não me pergunte qual deles, é pedir de mais da minha memória de formiga) dizia que o “cérebro é como uma esponja, que ao receber conhecimento, cresce”.

Creio que com nossas vidas podemos encarar do mesmo jeito.

Quando crianças, gostamos de mexer em tudo.  Descobrir as coisas, mas aprendemos que nem tudo é certo. Daí mudamos conceitos, aprimoramos sentidos.

Chega um momento em nossas vidas que já temos nossa personalidade formada. Nossos desejos, gostos, vontades….

Mas por que, ainda assim, insistimos em mudar? Não aquela mudança por necessidade, que acontece naturalmente, mas aquela mudança por capricho alheio ou nosso mesmo, pra agradar alguém?

Será que  merecemos deixar de ser nós mesmos?

Será que outra pessoa realmente merece essa mudança?

As nossas diferenças nos tornam únicos, especiais…. somos assim, numa visão completamente romântica, talvez pelo fato de que uma outra pessoa pode ter outras características que nos completem…

Sou da opinião que ninguém muda ninguém. Mudamos por que queremos ou por sentimos  necessidade, mudar por mudar, por motivos que não sejam nossos, não seria uma mudança verdadeira. Além do mais, mudanças tem um porque e um pra que. Funcionam como um mecanismo de defesa. Se você passou por algo desagradável não fará a mesma coisa temendo passar pela mesma experiência, certo? Adquirimos uma auto-defesa. Isso são mudanças necessárias…

“Existir, para um ser consciente, consiste em mudar, mudar para amadurecer, amadurecer para se criar indefinidamente.”
Filósofo francês – Henri Bergson

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Sobre o autor

Pseudo Nerd.
Canceriana (isso importa?).
Adoro escrever e ler. Viciada em filmes e seriados.
Conhecida por sentir as coisas alem do necessário.

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